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29 de abril de 2017

Manifestantes se envolvem em briga no aeroporto Santos Dumont; veja vídeo Pessoas que circulavam pelo aeroporto no momento do tumulto gravaram a troca de socos e chutes



SÃO PAULO - Manifestantes se envolveram em briga na manhã desta sexta-feira (28) no aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro. A confusão ocorreu no setor de check-in e só terminou após a chegada de agentes da Polícia Federal.



Pessoas que circulavam pelo aeroporto no momento do tumulto gravaram a troca de socos e chutes. O vídeo também foi veiculado no perfil do deputado Jair Bolsonaro (PSC) no Facebook, que dizia "essa é a mesma CUT que diz defender trabalhadores". Alguns dos manifestantes que entraram em confronto vestiam coletes vermelhos com a inscrição da CUT (Central Única dos Trabalhadores).

Segundo o Sindicato Nacional dos Aeroviários, o tumulto começou após a reação de um grupo de taxistas ao bloqueio na entrada do terminal. Em nota, a PM informou que foi acionada após um grupo de manifestantes "provocar tumulto no interior do terminal". Depois, eles bloquearam as vias e a PM negociou a liberação. "Diante da negativa do grupo, utilizaram dos meios necessários para a desobstrução do local", informa a nota da corporação.



Manifestantes fazem nesta sexta-feira bloqueios em várias cidades do País, em protesto contra as reformas Trabalhista e da Previdência propostas pelo governo federal.



Veja o vídeo:



28 de abril de 2017

Gilmar Mendes manda soltar Eike Batista Empresário estava preso desde o final de janeiro na Operação Eficiência; ele é réu por corrupção ativa, lavagem de dinheiro e organização criminosa

27 de abril de 2017

Renato Duque diz a Moro que quer colaborar com a Lava Jato; amigo diz que ele vai 'abrir a porta do inferno'






Segundo informa a colunista Monica Bergamo, na Folha de São Paulo, o ex-diretor da Petrobras, Renato Duque, manifestou a Sergio Moro a intenção de colaborar com a Lava Jato. Seu advogado é Antonio Bretas, o mesmo recém-contratado por Antonio Palocci quando ele decidiu colaborar.
Trecho da coluna:
“No documento ele manifesta a vontade de colaborar com as investigações. Nas palavras de pessoa próxima ao ex-diretor, ele vai ‘abrir a caixa de ferramentas’ e, com elas, ‘a porta do inferno’, contando ‘tudo o que sabe’ do esquema de corrupção na Petrobras.”
E mais:
“Duque era o diretor mais indentificado com o PT na estatal, tendo sido indicado pelo partido para o cargo. A delação dele é uma das mais temidas pela legenda, e deve coincidir com a delação do ex-ministro Antonio Palocci. Juntos, os dois poderiam tentar envolver de forma definitiva o ex-presidente Lula nos escândalos da estatal.”
Até agora, as grandes delações de ex-diretores vieram daqueles ligados a outras legendas. Se de fato Renato Duque delatar, a coisa ficará bem complicada, sobretudo somando-se à já bem provável delação de Palocci.
Que abra a caixa de ferramentas.

Justiça de São Paulo concede liminar contra paralisação de ônibus, trem e metrôs




A Justiça de São Paulo concedeu uma liminar (decisão provisória) contra a paralisação de 24 horas programada para esta sexta-feira (28) pelos sindicatos dos metroviários e ferroviário. A decisão é contra greve total ou parcial das categorias e estabelece multa de R$ 937 mil a cada um dos sindicatos envolvidos no caso de descumprimento.
“Ao mesmo tempo em que se assegura o direito de greve, deve ser assegurado o direito da população de ter acesso contínuo e permanente ao serviço público, de modo a estabelecer limites ao exercício do direito de greve e impor aos que prestam esse serviço o cumprimento do dever de assegurar sua continuidade”, afirma decisão da juíza Ana Luiza Villa Nova, da 16ª Vara da Fazenda Pública.
“No caso em tela, sequer se trata de exercício de direito de greve, pois, como bem observado pelo autor, os réus almejam paralisar (…) não em reivindicação de direitos trabalhistas da categoria em face de seus empregadores, e sim em apoio a movimento de iniciativa de centrais sindicais voltadas a pleitos relacionados à reforma que não podem ser atendidos pelo Metrô e pela CTPM mas apenas pelo governo federal e pelo Congresso”, acrescenta.
A paralisação, organizada por sindicatos e movimentos sociais, deve afetar todo o transporte paulista, além de aeroportos, escolas, bancos, agentes de saúde, entre outros setores em todo o país, em protesto contra as reformas da Previdência e trabalhista propostas pelo governo de Michel Temer.
Além da decisão da Justiça comum, o TRT (Tribunal Regional do Trabalho) também concedeu liminar limitando as paralisações. No caso do metrô de São Paulo, o desembargador Francisco Ferreira Jorge Neto determinou que 80% dos trabalhadores continuem a trabalhar em horários de pico (das 6h às 9h e das 16h às 19h) e 60% nos demais período sob risco de multa R$ 100 mil.
Já a prefeitura, obteve uma liminar para que o sindicato ligado aos motoristas e cobradores de ônibus mantenha frota mínima de 80% dos ônibus da rede municipal para linhas com itinerários que passem por hospitais e demais casas de cuidado à saúde, além de 60% para os horários de pico (das 6h às 9h e das 17h às 19h) e 40% nos demais horários. A multa pelo descumprimento será de R$ 500 mil por hora.
Procurado, o Sindicato dos Metroviários de São Paulo afirmou que vai recorrer da liminar e mantém a paralisação de 24 horas prevista para esta sexta. O Sindmotoristas (sindicato dos motoristas e cobradores de ônibus), assim como o Sindicato dos Trabalhadores em Empresas Ferroviárias de São Paulo, responsável pelas linhas 7 e 10 da CPTM, também disseram que mantém a paralisação.
A reportagem ainda não conseguiu contato com os sindicados dos trabalhadores ferroviários da Zona Sorocabana e da Zona Central do Brasil, responsáveis pelas demais linhas da CPTM.
A matéria é da Folha de São Paulo.

Ministros do STF dizem que não há tendência de libertar condenados da Lava Jato


Estadão Conteúdo
Redação Folha Vitória
Brasília - Um dia após decidirem pela libertação de dois condenados na Lava Jato pela Justiça Federal de Curitiba, integrantes da Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) afirmaram que as decisões confirmaram a jurisprudência do colegiado formado por cinco ministros, mas que isso não significa uma revisão geral das prisões preventivas decretadas na primeira instância em novos habeas corpus.
A Segunda Turma, formada pelos ministros Gilmar Mendes, Dias Toffoli, Ricardo Lewandowski, Celso de Mello e Edson Fachin, decidiu libertar o pecuarista José Carlos Bumlai e o ex-assessor do PP João Cláudio Genu, manter o lobista Fernando Moura fora do regime fechado conforme decisão anterior do ministro Teori Zavascki e dar seguimento a um habeas corpus da defesa do ex-ministro José Dirceu, que será julgado em uma nova sessão. O relator da Lava Jato, Fachin, saiu vencido em três das votações.
O ministro Dias Toffoli, que votou a favor da defesa em todos os quatro casos analisados na Segunda Turma, negou haver uma tendência em libertar presos da Lava Jato. "Cada caso é um caso. Em matéria criminal, não há decisão coletiva", resumiu-se a dizer. Gilmar Mendes, que também só votou em favor das defesas na sessão, disse que a turma estabeleceu "limites em relação às prisões". "Acho que isso traduz um entendimento tradicional do Supremo sobre prisão preventiva", disse o ministro, que é um conhecido crítico do que chama de "alongadas prisões que se determinam em Curitiba".
A principal discussão jurídica em relação às decisões desta terça-feira é motivo de divergência entre as duas turmas do Supremo Tribunal Federal: é se um habeas corpus pode ser aceito pelo STF depois de a pessoa que tiver sido presa preventivamente for posteriormente condenada em primeira instância.
O Supremo tem um entendimento de que a execução da pena só deve começar a partir da condenação em segundo grau - o que não aconteceu ainda nos quatro casos analisados nesta terça-feira, que ainda estão em fase de apelação no Tribunal Regional Federal da Quarta Região, sediado em Porto Alegre.
Divergência
A Primeira Turma do STF entende que a condenação em primeira instância de alguém que já estava preso preventivamente é um motivo a mais para a continuidade da prisão preventiva. Esse foi o argumento utilizado pelo ministro Edson Fachin para não revogar as prisões preventivas de Dirceu e Genu e para não ir além da prisão domiciliar que já havia sido concedida anteriormente a Bumlai e a Fernando Moura.
A Segunda Turma decidiu pelo contrário: um habeas corpus não fica prejudicado por uma condenação posterior à prisão preventiva. É com base neste entendimento que os ministros decidiram julgar os habeas corpus de Genu e de Dirceu, contrariando as decisões monocráticas de Fachin que nem sequer deram seguimento aos pedidos da defesa. No caso de Dirceu, a votação pode acontecer talvez já na próxima sessão, no dia 2 de maio.
O ministro Ricardo Lewandowski afirmou que "não houve inovação". "Todos nós invocamos a jurisprudência da própria Segunda Turma", disse ele. "Acho que o tribunal ontem teve um papel importante no que diz respeito à efetividade do habeas corpus: evitar aquilo que chamei de corrida maluca, em que vem uma nova decisão e aí o habeas corpus está prejudicado, porque, nesse caso, nós ficamos nas mãos dos próprios juízes, das próprias instâncias ordinárias que passam a definir a competência do Supremo. Acho que foi extremamente importante assentar qual é o entendimento da turma em relação a uma nova sentença", disse Gilmar Mendes.
O ministro Gilmar respondeu com certa ironia a uma pergunta feita sobre se as decisões em questão indicavam que a visão crítica que ele tem sobre "alongadas prisões" é compartilhada pelos demais colegas de turma. "Vai me dar título de futurólogo?", indagou Gilmar.
Ponderando sobre as decisões da Segunda Turma, o ministro Luiz Fux, da Primeira Turma, disse que a demora na condenação em segunda instância não deve motivar a libertação de presos. Este argumento, inclusive, foi citado na votação em que a Primeira Turma determinou o retorno do goleiro Bruno à prisão, contrariando liminar do ministro Marco Aurélio Mello, também nesta terça-feira.
"Se eles ministros da Segunda Turma fixarem a tese de que a demora no julgamento do recurso pode levar à soltura é uma tese complicada", afirmou Luiz Fux. "A Primeira Turma não tem essa tese, não. A Primeira Turma analisa vários outros aspectos, mas vamos esperar para não criar um choque de opiniões."
Inimigo do Povo
Na chegada para a sessão do plenário nesta quarta-feira, o relator da Lava Jato, Edson Fachin, foi enigmático ao comentar as votações do dia anterior em que saiu vencido. Ele disse que saiu com vontade de reler o livro "Um Inimigo do Povo", do escritor e dramaturgo norueguês Henrik Ibsen.
"Saí ontem da sessão com vontade de reler Ibsen, 'Um Inimigo do Povo', que é a história do Dr. Stockmann", disse Fachin. Protagonista do livro, Dr. Stockmann é um médico que resolveu denunciar problemas na pequena cidade da Noruega em que morava e, assim, virou desafeto de autoridades locais e se viu isolado. O livro retrata o conflito entre o interesse individual e o interesse coletivo. Em uma passagem do livro, o Dr. Stockmann diz: "O homem mais forte é o que está mais só".

26 de abril de 2017

Convencionais aprovam contas da CGADB e debatem Declaração de Fé da denominação Ministros presentes na manhã desta quarta-feira tomaram ciência ainda dos eventos propostos para as comemorações dos 500 anos da Reforma Protestante



A manhã desta quarta-feira (26) na 43ª Assembleia Geral Ordinária da CGADB foi destinada para as discussões dos temas propostos em edital da CGADB, como a Declaração de Fé e a aprovação de contas.
Após o período devocional, o pastor Álvaro Alén Sanches, líder da Convenção de Ministros das ADs do Triângulo Mineiro (Comadetrim), ministrou a Palavra, com base no texto de Lucas 22.61,62 e Mateus 27.1-5, destacando que o verdadeiro arrependimento é a porta da salvação. O pastor falou que arrependimento deve ser uma conduta diária em nossas vidas, e explicou a diferença entre remorso e arrependimento. Aos ministros presentes, ele frisou a responsabilidade de orar pelas autoridades do nosso país. “Devemos orar pelo governo, pois falamos mais mal do que intercedemos”, enfatizou.
Na sequência, o pastor José Wellington Bezerra da Costa, presidente da Convenção Geral da Assembleias de Deus no Brasil (CGADB), deu início aos trabalhos das plenárias. Pastor Percy Fontoura fez a leitura da ata e, em seguida, foi feita a apreciação dos relatórios financeiros.
Pastor Israel Alves Ferreira, relator do Conselho Fiscal da CGADB, apresentou as contas da Escola Nacional de Missões (Emad), que foram aprovadas pelos convencionais presentes.
Foram apresentadas ainda as prestações de contas da Secretaria Nacional de Missões (Senami), e ainda as contas da CGADB e da CPAD. O relatório financeiro de todos foram aprovadas unanimemente pelos ministros. Pastor Israel Ferreira destacou que o endividamento da entidade é praticamente zero nos anos de 2015 e 2016.
Retomando a palavra, o pastor José Wellington fez referência ao biênio 2015-2016, com todas as contas aprovadas pelos convencionais, e também destacou a saúde financeira da Casa Publicadora das Assembleias de Deus (CPAD), enfatizando o trabalho bem direcionado do diretor-executivo Ronaldo Rodrigues de Souza.
Após aprovação das contas de todos os órgãos ligados à CGADB, pastor José Wellington propôs a análise da Declaração de Fé das Assembleias de Deus no Brasil, e exaltou o trabalho realizado pelo pastor Esequias Soares, presidente da Comissão Especial que tratou da eleboração da Declaração, e dos demais pastores membros da Comissão Especial.
Pastor Douglas Baptista fez a leitura da declação de fé que fora apresentada a todos os líderes das ADs do Brasil. O material foi colocado sob o crivo dos líderes para aprovação e análise do conteúdo. Os pastores puderam aperfeiçoar o conteúdo e enviar sugestões até setembro de 2016. Em 24 de janeiro de 2017, reunidos novamente, foi apresentado e lido em voz alta perante todos e entregue uma cópia aprovada como versão final a Declaração de fé das ADs no Brasil, que vai servir como parâmetro para as igrejas de todo o país. Qualquer sugestão ao texto final deverá ser feita por escrito à Comissão Especial para ser analisada.
Após a análise da Declaração de Fé, foi dada a palavra ao diretor-executivo da CPAD, Ronaldo Rodrigues de Souza, que apresentou aos pastores convencionais os projetos da Casa para o Ano de 2017, intitulado o Ano da Palavra. A programação, que foi lançada em 31 de outubro de 2016, será voltada para as comemorações dos 500 anos da Reforma Protestante. A CPAD irá promover Fórum Teológico; Congresso de Escola Dominical, no Rio de Janeiro; viagem à Israel, com passagem pelo Egito e Alemanha, palco onde Martinho Lutero desenvolveu seu ministério. Será realizado ainda um culto na Ilha de Villegagnon, onde os primeiros evangélicos do Brasil foram assassinados e deixaram a sua marca e semente para a formação da igreja protestante nacional.
Com a palavra de volta, pastor José Wellington apresentou a decisão dos pastores que se reuniram em Recife para analisar o divórcio e união estável. O tema será debatido pelos convencionais durante as plenárias que serão realizadas à tarde, após o período de recesso para o almoço.

 CPAD NEWS

CCJ aprova novo relatório sobre fim do foro privilegiado de políticos e autoridades Proposta já havia sido aprovada pela comissão do Senado, mas precisou passar por nova análise. Pela nova regra, presidentes de poderes mantêm foro mesmo em caso de crime comum.



Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou nesta quarta-feira (26) um novo relatório sobre a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que põe fim ao chamado foro privilegiado de políticos e autoridades nos casos em que cometerem crimes comuns, como roubo e corrupção.


Pela lei que vigora atualmente, políticos como senadores, deputados federais e ministros têm direito a ser investigados e julgados apenas na esfera do Supremo Tribunal Federal (STF). No caso dos governadores, o foro é o Superior Tribunal de Justiça (STJ).


Na proposta aprovada, as autoridades deverão ser julgadas pela primeira instância no estado onde o eventual crime houver ocorrido, e não mais em tribunais superiores. O projeto estabelece uma exceção para os presidentes dos poderes.


No novo parecer, o relator, senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), acolheu emenda do senador Ricardo Ferraço (PSDB-ES) que preserva o foro privilegiado somente para os presidentes da República, do Senado, da Câmara e do Supremo Tribunal Federal.


Caso a proposta entre em vigor, deputados e senadores perderão a prerrogativa de foro e passarão a ser julgados pela primeira instância do Judiciário.


A CCJ já havia aprovado um relatório favorável à proposta, mas precisou analisar o tema novamente porque tinham sido apresentadas sugestões de modificações do texto. Por isso, Randolfe Rodrigues apresentou um novo parecer, aprovado nesta quarta.


Agora, o texto, de autoria do senador Álvaro Dias (PV-PR), precisa passar pela análise do plenário principal do Senado em dois turnos de votação. Se aprovado, seguirá para análise da Câmara, que também fará duas votações sobre o tema.


O novo relatório sobre a PEC do fim do foro privilegiado foi votado pela CCJ na sequência da aprovação do projeto de abuso de autoridade. Vários senadores pediram a palavra para dizer que como a comissão estava votando o projeto de abuso deveria analisar também o tema do fim do foro.




Emenda




Nesta quarta, o relator Randolfe Rodrigues aceitou emenda (sugestão de alteração) do senador Ricardo Ferraço (PSDB-ES) que mantém a prerrogativa de foro em crimes comuns para os presidentes dos poderes Legislativo, Judiciário e Executivo.


Ao apresentar a emenda, Ferraço argumentou que deixar os presidentes da República, da Câmara, do Senado e do Supremo Tribunal Federal (STF) pode provocar uma pulverização de ações contra essas autoridades.



"Basta que se imagine quantas ações poderão ser abertas, mesmo sem base legal, contra um Presidente da República, em cada canto do Brasil, obrigando-o a se defender em uma verdadeira multidão de ações judiciais", argumentou Ferraço.


Após o término da sessão, Randolfe explicou que, com a aprovação da lei, o político que, por conta do foro privilegiado, estiver sendo processado no STF, terá o caso remetido para as instâncias inferiores. Ele disse que a regra valerá, caso o projeto vire lei, para os políticos investigados pela Lava Jato no STF.


"Cai o foro privilegiado e o processo cai para o juiz e para o promotor da primeira instância. Todos que estão com foro no STF e estão respondendo processo, recai para a instância judicial respectiva, que é o juiz federal da primeira instância. De for acusação no âmbito da Operação Lava Jato, para a vara federal de Curitiba ou a vara que estiver fazendo a investigação. Vale para todos os processos em andamento", disse o senador.


Randolfe concluiu que, nos casos de crimes de responsabilidade cometido pelos chefes de poderes, caberá ao Congresso Nacional, como prevê a Constituição, julgar os processos

G 1

25 de abril de 2017

Primeira Turma do STF decide mandar goleiro Bruno de volta à prisão Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal derrubou, por 3 votos a 1, habeas corpus que libertou o atleta, concedido em fevereiro pelo ministro Marco Aurélio Mello.



A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta terça-feira (25) mandar o goleiro Bruno Fernandes de volta à prisão.


Bruno foi preso em 2010 e condenado em 2013 pela morte da ex-namorada Eliza Samúdio. Desde março, Bruno defende o Boa Esporte, de Minas Gerais, que disputa a segunda divisão do Campeonato Mineiro.


Por 3 votos a 1, os ministros decidiram derrubar uma decisão de fevereiro do ministro Marco Aurélio Mello, que havia determinado a libertação do atleta, após seis anos e meio de prisão. A Primeira Turma é formada por cinco ministros, mas Luís Roberto Barroso não participou do julgamento.


Votaram a favor da volta de Bruno à prisão os ministros Alexandre de Moraes, Rosa Weber e Luiz Fux. O único contrário foi Marco Aurélio Mello, que havia concedido o habeas corpus que permitiu a libertação do goleiro.


Na sessão, os ministros analisaram um recurso da mãe de Eliza Samúdio contra a soltura, sob o argumento de que a liberdade do goleiro colocava em risco sua própria integridade física e a de seu neto, filho de Bruno com Eliza.


Na semana passada, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, também defendeu a volta de Bruno à prisão.


A decisão desta terça, porém, se deu por motivos processuais: a defesa de Bruno alegava que ele estava preso enquanto recorria da sentença de primeira instância, de 2013, na qual foi condenado a 22 anos e 3 meses de prisão pelo júri popular.


Atualmente, se admite a prisão somente após o julgamento em segunda instância.


Relator do pedido de liberdade, o ministro Alexandre de Moraes votou pela volta à prisão, argumentando que o peso dado pela Constituição a uma decisão do júri nesse tipo de veredicto só é possível em caso de homicídios dolosos, isto é, com intenção de matar.


Apesar de já ter sido condenado pela Justiça, Bruno estava preso preventivamente enquanto aguardava o julgamento de um recurso apresentado ao Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG).



Quando concedeu habeas corpus para Bruno, o ministro Marco Aurélio entendeu que havia excesso de prazo na prisão do goleiro, e que ele tinha o direito a aguardar em liberdade a decisão sobre os recursos.




Condenação




Em 8 de março de 2013, Bruno foi condenado a 22 anos e 3 meses pelo assassinato e ocultação de cadáver de Eliza Samúdio e também pelo sequestro e cárcere privado do filho.


Bruno foi condenado a 17 anos e 6 meses em regime fechado por homicídio triplamente qualificado (por motivo torpe, asfixia e uso de recurso que dificultou a defesa da vítima), a outros 3 anos e 3 meses em regime aberto por sequestro e cárcere privado e ainda a mais 1 ano e 6 meses por ocultação de cadáver.


Eliza desapareceu em 2010 e seu corpo nunca foi achado. Ela tinha 25 anos e era mãe do filho recém-nascido do goleiro Bruno, de quem foi amante. Na época, o jogador era titular do Flamengo e não reconhecia a paternidade.



Demônio diz na Universal que tirou a Record da TV paga para o povo assistir novelas da Globo




A Record TV, o SBT e a RedeTV! estão em pé de guerra com as operadoras de televisão por assinatura, por discordarem dos valores repassados a elas em troca da programação. Como não houve acordo, as três emissoras deixaram de fazer parte da grade. No entanto, segundo o diabo, essa seria uma estratégia dele para levar as pessoas à Globo.

Um áudio de uma “entrevista” de um pastor da Igreja Universal do Reino de Deus com um demônio durante uma das reuniões da denominação foi publicado recentemente pelo jornalista Daniel Castro, com o que seria uma conspiração diabólica para derrubar a audiência das novelas bíblicas da Record.“Esses canais de TV por assinatura, Sky, Claro HDTV, Net, eles não querem pagar a Record, o SBT e a RedeTV!. Aí, todo mundo fica pensando que é coisa normal […] Quantas pessoas se entregaram a Jesus depois do filme Os Dez Mandamentos? Quantas pessoas voltaram para a igreja depois das novelas bíblicas que estão passando na Record?”, diz o pastor, questionando os fiéis.As três emissoras do imbróglio fundaram uma joint venture, empresa criada com o propósito de cumprir uma função específica, chamada Simba, para forçar as operadoras de TV por assinatura a pagarem valores maiores pelo sinal das três, assim como negociar contratos de propaganda mais vantajosos, e fazer frente à Globo.
Mas, na Universal, a questão comercial ganhou ares de estratégia diabólica para espantar o público da mensagem presente nas novelas bíblicas da Record, como O Rico e Lázaro, atualmente no ar, e levar a audiência para a TV Globo, que exibe novelas permeadas de homossexualidade, violência, promiscuidade sexual e ganância.

No culto, o pastor interroga o espírito que estaria possuindo o corpo de um frequentador e, a certa altura, o demônio “entrega” o propósito do plano que retirou a emissora do bispo Edir Macedo do ar nas operadoras por assinatura: “Muitos vão pra Globo, muitos vão pra novela da Globo, ahahahaha”, diz o espírito maligno.

Ouça:

Gospel Maishttps://noticias.gospelmais.com.br/demonio-universal-record-tv-sky-novelas-globo-89759.html

24 de abril de 2017

CUT tem "fontes de financiamento alternativas"

Brasil  13:33


A direção da Força Sindical, noticia a coluna Painel, da Folha, enviou carta aos deputados afirmando que, se aprovarem o fim da contribuição obrigatória aos sindicatos, apenas a CUT, ligada ao PT, conseguiria sobreviver, porque "tem fontes de financiamento alternativas".
A CUT está encabeçando a "greve geral" contra as reformas.

"Demagógico e irresponsável". Rodrigo Maia disse no fim de semana que "qualquer novo recuo na Previdência é irresponsável".



Rodrigo Maia disse no fim de semana que "qualquer novo recuo na Previdência é irresponsável".
José Robalinho Cavalcanti, presidente da Associação Nacional dos Procuradores da República, enviou o seguinte comentário ao O Antagonista:
"Demagógico e irresponsável é esquecer a Constituição e forçar os funcionários públicos a imporem ao governo o que pode vir a ser o maior contencioso da história. Desconhecer por completo as regras de transição em vigor e levar os funcionários públicos - e apenas eles - direto aos 65 anos de idade mínima é inconstitucional. A insistência - aí, sim - provocará uma instabilidade jurídica e econômica que prejudicará o país.
O relator (Arthur Maia) já sabe disso. Os técnicos do Congresso todos são unânimes em confirmar isso e a declaração do presidente da Câmara vai na direção de um voluntarismo atécnico, que é indigno da história política de Rodrigo Maia.
Não é apenas injusto fazer a espinha dorsal dos funcionários públicos pagar sozinha pelos ajustes. É inconstitucional e abalará toda a reforma."
O Antagonista

Moro decide adiar depoimento de Lula na Lava Jato


Fotomontagem
O ex-presidente Lula e o juiz Sergio Moro, da Lava Jato
O ex-presidente Lula e o juiz Sergio Moro, da Lava Jato

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O juiz Sergio Moro, responsável pela Lava Jato em Curitiba, decidiu mudar a data do depoimento do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, até então previsto para o dia 3 de maio.
Segundo a Folha apurou, a mudança ocorrerá a pedido da Polícia Federal. Moro deve adiar o depoimento de Lula para o dia 10 de maio.
A PF argumentou que precisaria de mais tempo para organizar a segurança no local e que o feriado do dia do Trabalho, 1º de maio, dificultaria ainda mais a operação.
O PT e movimentos alinhados ao partido preparavam forte mobilização para apoiar o ex-presidente. Caravanas estavam partindo de diversos pontos do país.
O processo em que Lula será ouvido é relacionado ao episódio do tríplex em Guarujá, litoral de São Paulo, em que o ex-presidente é acusado de ter recebido vantagens indevidas da empreiteira OAS.
A defesa de Léo Pinheiro, sócio da empreiteira, entregou à Justiça Federal do Paraná documentos para tentar comprovar as afirmações de que o ex-presidente Lula foi beneficiado pela reforma do apartamento.
Em depoimento na semana passada a Moro, o empreiteiro disse que o apartamento era de Lula.
Entre os documentos entregues estão o registro de que dois carros em nome do Instituto Lula passaram pelo sistema automático de cobrança dos pedágios a caminho do Guarujá entre 2011 e 2013. Não há, no entanto, documento que comprove que as viagens tiveram como destino o apartamento.
Há também registros de ligações telefônicas entre Pinheiro e pessoas ligadas a Lula, como Clara Ant, Paulo Okamotto, José de Filippi Jr. e Valdir Moraes da Silva (segurança), a partir de 2012. As listas trazem data e duração da conversa, mas não seu conteúdo.
Foram anexados ainda e-mails que mostram a agenda de Lula, na qual aparece a previsão de encontros com Pinheiro, e mensagens da secretária do instituto para Okamotto, que preside a entidade, avisando que o empresário havia ligado para falar com ele.
DEFESA
O advogado do petista, Cristiano Zanin Martins, afirmou que os documentos não comprovam as afirmações feitas pelo empresário, que classificou como uma "versão negociada para agradar" aos procuradores e destravar seu acordo de delação.
Na última quarta, a defesa de Lula apresentou apresentou documentos de recuperação judicial da OAS em que a empresa afirma ser a proprietária do tríplex do Condomínio Solaris.
Segundo Zanin Martins, o material reforça a tese da defesa de que é "impossível que o apartamento seja propriedade de Lula".v

23 de abril de 2017

Muçulmanos chegam a Iranduba (AM) e chamam a atenção de moradores

Em Manaus, o Centro Islâmico do Amazonas (CIAM), local que funciona a Mesquita, está localizado na rua Ramos Ferreira, no Centro
DEAMAZÔNIA IRANDUBA, AM
 -A chegada de um grupo de mulçumanos, no município de Iranduba ( a 25 quilômetros de Manaus), na Região Metropolitana, chamou a atenção dos moradores. Nas redes sociais, nas esquinas e nos grupos de whats App não se falava em outra coisa.Muçulmanos chegam a Iranduba (AM) e chamam a atenção de moradoresImagens: Via Whatsapp Os mulçumanos chegaram nesta quinta-feira, na linha de ônibus Iranduba-Manaus (WhatsApp)




DEAMAZÔNIA IRANDUBA, AM -A chegada de um grupo de mulçumanos, no município de Iranduba ( a 25 quilômetros de Manaus), na Região Metropolitana,  chamou a atenção dos moradores. Nas redes sociais, nas esquinas e nos grupos de whats App não se falava em outra coisa.





 Os mulçumanos chegaram nesta quinta-feira,  na linha de ônibus Iranduba-Manaus e se deslocaram a pé por alguns pontos da cidade.

Portal DeAMAZÔNIA apurou que, em 2012, foi inaugurado, em Manaus, o Centro Islâmico do Amazonas (CIAM), local que funciona a Mesquita, localizado na rua Ramos Ferreira, no Centro da capital amazonense.

A comunidade muçulmana possui ainda um site no Amazonas www.islamismoam.org.br, porém, está desativado e também conta nas redes sociais. Mas, no facebook a ultima postagem foi em 2014 e no twitter em dezembro de 2016. E não fornece nem um meio de contato.
Os integrantes do Estado Islâmico (como os da Al-Qaeda e de outros grupos jihadistas) têm motivações religiosas, agem em nome do islã e acreditam estar representando seu credo, ainda que sua visão de mundo seja amplamente rejeitada no mundo árabe-muçulmano.

Para contrapor a islamofobia, boa intenção de quem costuma negar a conexão entre o terrorismo e a religião, mais útil é examinar a relação entre o islã e o terror praticado em seu nome.

Como em outras religiões, o islã tem escrituras vastas e contraditórias. Há no Alcorão e nos Hadith (o corpo de relatos sobre a vida de Maomé) justificativas para a violência e a perseguição religiosa, mas também argumentos a favor da paz e da tolerância.
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21 de abril de 2017

Palocci busca intervenção de Moro para destravar delação; mercado questiona o quanto ele dirá



POR PAINEL

Mensagem para você Antonio Palocci enviou um recado quando escancarou, diante do juiz Sergio Moro, que quer fazer delação premiada. Ao dizer que está à disposição para falar com o magistrado, no dia em que ele quiser, sinalizou que enfrenta problemas para fechar o acordo de colaboração com os investigadores e busca por uma intervenção de Moro na negociação. Isso mudou a interrogação que paira no mercado financeiro de “será que Palocci vai falar?” para “quanto ele vai contar?”.
Porte Analistas do mercado financeiro dão como certo que Palocci indicará uma lista de problemas em negócios firmados com bancos pequenos e de investimento. Poderá dar detalhes, por exemplo, sobre a operação no Panamericano. A dúvida é se o ex-ministro envolverá as grandes instituições em seu relato.
Bipolar No depoimento, Palocci delineou diferenças entre os estilos de Emílio e Marcelo Odebrecht. Disse que era possível falar com o patriarca sem mencionar negócios, o que não ocorria com o herdeiro. “O Marcelo era um guerrilheiro da empresa. Sem crítica pessoal. É um ótimo pai de família”, definiu.
Diversionista Um dos mais alvejados com as revelações da Lava Jato desta quinta-feira (20), o ex-presidente Lula tentará desviar o foco da operação com atos políticos. Segunda (24), faz seminário em Brasília sobre os rumos da economia, com senadores e deputados do PT. Haverá críticas a Michel Temer.
Largada A sigla usará o evento para desmerecer as propostas de reformas trabalhista e previdenciária e vai lançar um documento, já com viés eleitoral, chamado de “seis medidas emergenciais para recuperação da economia, do emprego e da renda”.
Vai, mas demora Dos 14 pedidos de investigação deflagrados pela delação da Odebrecht que serão analisados pelo STJ (Superior Tribunal de Justiça), apenas dois já foram enviados pelo Supremo. Como o material seguiu via Correios, o restante só deve chegar semana que vem.
Puxando o pelotão Assim que a reforma da Previdência for aprovada na comissão especial, Aécio Neves (MG) vai convocar uma reunião ampliada da executiva do PSDB, com a presença de governadores. Quer que a sigla feche questão a favor do projeto nas votações de plenário da Câmara e do Senado.
Agora basta De todas as surpresas incluídas no relatório de Arthur Maia (PPS-BA) sobre a Previdência, nenhuma irritou mais a Fazenda do que a que cria a possibilidade de os políticos receberem aposentadoria acima do teto. Ela joga por terra o discurso de que a reforma acaba com privilégios.
Quites Cumprindo promessa que firmou para convencer o PTN a votar pelo impeachment de Dilma Rousseff, Michel Temer entregou o comando da Funasa a um nome do partido, que tem 13 deputados. A portaria com a nomeação de Rodrigo Dias foi assinada nesta quinta (20).
Aqui, céu azul Enquanto empresas médias e grandes fecharam postos de trabalho no saldo do primeiro trimestre, as micro e pequenas tiveram saldo positivo. Esse grupo registrou 60,7 mil contratações, segundo estudo do Sebrae. Houve perdas em março, mas os resultados dos primeiros dois meses compensaram essas demissões.
Menos um O PRB anunciou independência do governo de Geraldo Alckmin (PSDB) na Assembleia Legislativa de São Paulo. O comunicado foi feito pelo líder da bancada, Wellington Moura. A justificativa é que falta de diálogo e transparência na relação entre o governo e os cinco deputados da sigla.
Fumaça e fogo O PRB não é o único partido a reclamar. Outros deputados têm feito críticas ao governo Alckmin. Com a queda da arrecadação, houve redução brusca no pagamento de emendas.

TIROTEIO
O Congresso não pode decidir sozinho os rumos da reforma política, a população deve ser chamada a escolher seu sistema eleitoral.
DO SENADOR JOSÉ REGUFFE (DF), que propôs um plebiscito junto à eleição de 2018 para que os brasileiros escolham o modelo para eleger parlamentares.


20 de abril de 2017

Léo Pinheiro diz que discutiu destruição de provas com Lula Conversa sobre destruição de documentos ocorreu em maio de 2014, diz empreiteiro. Depoimento foi prestado no processo que envolve o tríplex do Guarujá.

Em depoimento ao juiz Sergio Moro na tarde desta quinta-feira, José Aldemário Pinheiro, o Léo Pinheiro, ex-presidente da construtora OAS, revelou que foi orientado pessoalmente pelo ex-presidente Lula a destruir provas que pudessem incriminá-lo na Operação Lava-Jato.
Assista ao momento em que Léo Pinheiro revela diálogo que incrimina o ex-presidente petista:
Lula – Léo, você fez algum pagamento a João Vaccari no exterior?
Léo Pinheiro – Não, presidente, eu nunca fiz pagamento a essas contas que nós temos com Vaccari no exterior.
Lula – Como é que você está procedendo aos pagamentos para o PT?
Léo Pinheiro – Através de João Vaccari, estou fazendo os pagamentos através de orientação do Vaccari, de caixa dois, de doações diversas que fizemos a diretórios e tal.
Lula – Você tem algum registro de algum encontro de contas, de alguma coisa feita com João Vaccari com vocês? Se tiver, destrua.
Léo Pinheiro afirmou que possui anotações dos encontros com Lula registrados na agenda. Num deles, em junho, Lula fez as essas perguntas textualmente a ele e estava visivelmente irritado, segundo a versão do ex-presidente da OAS. O empreiteiro afirmou que a orientação de Lula para destruir provas foi clara: “Acho que quanto a isso não tem dúvida”.

Veja Abril

19 de abril de 2017

Militantes comunistas planejam 'ocupação geral' de Curitiba contra a prisão de Lula




O ex presidente Lula deverá depor ao juiz Sergio Moro no próximo dia 3 d Maio, em Curitiba. Militantes, sindicalistas e o MST planejam fazer uma manifestação em frente ao fórum durante o depoimento com medo d que Lula seja preso.

O jornal Causa operária por exemplo, inclui em sua "agenda" a 'ocupação de Curitiba contra a prisão de Lula"

Segundo o jornal"O Partido da causa Operária, A frente Brasil Popular e outras organizações operárias já declararam que estão organizando carvanas para construir um grande ato em defesa de Lula".

Denúncia gravíssima

OAS negocia delatar ministro do STJ em delação

Com Blog do Josias - UOL



O Poder Judiciário está prestes a ser lançado no caldeirão da Lava Jato. A construtora OAS planeja entregar pelo menos um ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) na colaboração judicial que negocia com a Procuradoria-Geral da República, informa o jornal Valor, em notícia veiculada nesta quarta-feira. Lula também será alvejado.
Farão parte do rol de delatores da empreiteira mais de 20 executivos. A lista inclui o ex-presidente da OAS, Léo Pinheiro; o dono da empresa, Cesar Mata Pires; e dois filhos do empresário. Há oito meses, o procurador-geral da República Rodrigo Janot suspendera a negociação de acordo com a OAS.
Janot irritara-se com o vazamento de dados relacionados ao ministro Dias Toffoli, do STF. Avaliou-se à época, na Procuradoria, que as informações não teriam potencial para encrencar Toffoli. O procurador-geral pisou no freio por avaliar que a própria OAS levara o nome do ministro às manchetes, para pressionar a Procuradoria a fechar o acordo. Por isso, levou o pé à porta.

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