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21 de fevereiro de 2018

Morre o evangelista americano Billy Graham aos 99 anos Reverendo foi conselheiro de presidentes dos EUA e pregou para milhões de pessoas no mundo todo.

Por G1





Billy Graham em foto de 2005 (Foto: Henny Ray Abrams/AP)



O evangelista americano Billy Graham, conselheiro espiritual de diversos presidentes que pregou para milhares de pessoas no mundo todo, morreu nesta quarta-feira (21) aos 99 anos.


William Franklin Graham Jr. morreu em sua casa em Montreat, na Carolina do Norte, de acordo com Jeremy Blume, porta-voz da Associação Evangélica Billy Graham.


Graças a seu carisma, Graham conseguiu atrair as massas, que o seguiam através de seus programas de rádio e televisão. Ele propagava sua mensagem também por linhas telefônicas e satélites.


Cerca de 77 milhões de pessoas o assistiram pessoalmente e outras 215 milhões viram seus discursos pela TV ou por links via satélite, disse um porta-voz.


O reverendo se tornou capelão não oficial da Casa Branca para todos os presidentes desde Harry Truman (1945-1953), além de ter se encontrado com diversos líderes mundiais.



Billy Graham em foto de 1961 com o presidente John F. Kennedy (Foto: Associated Press)


Segundo a associação que leva seu nome, Graham pregou em 185 dos 195 países do mundo e converteu ao Cristianismo mais de 3 milhões de pessoas.



"Ele foi provavelmente o líder religioso mais importante de sua era", disse William Martin, autor de um livro sobre ele.

G 1


20 de fevereiro de 2018

Rosto de Trump é sugerido para “moeda do Terceiro Templo” Efigie do rei Ciro e do presidente americano estarão em moeda de meio shekel de prata


por Jarbas Aragão

Rosto de Trump é sugerido para "moeda do Terceiro Templo"


Quando o Deus de Israel começou a estabelecer as regras pelo qual seu povo deveria viver, algumas delas incluíam as ofertas. Em Êxodo 30:15, lê-se: “O rico não dará mais, nem o pobre dará menos do que o meio siclo, quando derem a oferta do Senhor, para fazerdes expiação por vossas almas”.

O termo “siclo” é a tradução de shekel, nome dado à moeda de Israel até hoje. Como preparação para o Terceiro Templo, onde as ofertas bíblicas voltariam a ser entregues.

Agora, o novo Sinédrio, juntamente com o Centro Educacional Mikdash [Templo] estão propondo que seja cunhada uma réplica do meio siclo de prata, que cada homem judeu deve ofertar anualmente ao Templo.


Como reconhecimento ao presidente dos EUA, Donald Trump, por reconhecer Jerusalém como a capital de Jerusalém, sua efigie estará na moeda, junto à de Ciro, rei persa que permitiu que os judeus construíssem o Segundo Templo, dando fim ao exílio babilônico, em 538 a.C.

O rabino Hillel Weiss, presidente da Associação Mikdash & Tsion, responsável pelas reconstituições de ofertas no Templo e representa todos os movimentos em prol do Terceiro Templo, explicou que a motivação para colocar a imagem do presidente dos EUA sobre a moeda foi em agradecimento pelo apoio de Israel.


“A gratidão é um aspecto importante e sagrado de nossa cultura”, disse o rabino Weiss, que também é o porta-voz do Sinédrio. “Trump fez um ato grandioso e histórico, pelo qual o povo judeu é grato”.

Na proposta da moeda – que pode ser vista no site do Centro Educacional Mikdash – há uma inscrição que menciona o Lord Arthur Balfour, Ministro das Relações Exteriores britânico que assinou a “Declaração de Balfour”, pedindo o estabelecimento de uma pátria judaica no que era o mandato britânico da Palestina.Proposta para moeda do Terceiro Templo.

No lado oposto da moeda será gravado uma imagem do Templo.

O rabino Weiss enfatizou que Ciro e Balfour, não eram judeus, mas desempenharam um papel extremamente importante na história de Israel. “A agenda política de Trump só pode ser bem-sucedida se estiver focada na construção do Terceiro Templo, no lugar que Deus escolheu: o Monte do Templo. Ele não deve apoiar a solução de dois Estados, ou isso levará à sua queda”, afirmou.


“O presidente Trump não pode permitir que os árabes acreditem que a metade de Jerusalém, e muito menos o Monte do Templo irão ficar com eles”, alertou o rabino. “Esta moeda servirá como um sinal de nossa gratidão e também como uma lembrança do que ainda precisa ser feito. Qualquer um que tiver essa moeda está mostrando que concorda com ambos os aspectos: a gratidão pelo que Trump fez e o alerta que Jerusalém é o lugar do Templo judaico”. Com informações de Breaking Israel News

Câmara aprova decreto de intervenção federal no Rio por 340 votos

Agora, decreto segue para apreciação no Senado Federal; análise deve ocorrer ainda nesta terça-feira



A matéria deve ser analisada ainda nesta terça-feira no Senado, a partir das 18h30, após sessão do Congresso Nacional. Foto: Luis Nova/Esp. CB/D.A Press
A matéria deve ser analisada ainda nesta terça-feira no Senado, a partir das 18h30, após sessão do Congresso Nacional. Foto: Luis Nova/Esp. CB/D.A Press

A  Câmara aprovou, na madrugada desta terça-feira (20), por 340 votos a favor e 72 contra, a  intervenção federal no Rio de Janeiro. Foram mais de sete horas de sessão e uma infinidade de discursos. A matéria deve ser analisada ainda nesta terça-feira no Senado, a partir das 18h30, após sessão do Congresso Nacional.

Cuidadosa para não passar uma imagem impopular, a oposição preferiu criticar o caráter eleitoral da medida, afirmando que o governo trocou a derrota certa na reforma da Previdência pelo debate da segurança pública. Já a base mostrou alinhamento com o Planalto e colocou, em plena segunda-feira (19/2), quase 440 deputados em plenário. 

Enquanto a Câmara discutia o decreto, os militares realizavam a primeira grande operação no Rio. “Neste instante, 3 mil homens das Forças Armadas, além de agentes da Polícia Rodoviária Federal e da Força Nacional de Segurança, estão cercando todas as rodovias que dão acesso ao Rio e a pontos considerados estratégicos no roubo de cargas”, anunciou o ministro da Defesa, Raul Jungmann, ao chegar ao Congresso ao lado do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ).

Segundo Jungmann, a operação ainda fazia parte do planejamento da GLO (Garantia da Lei e da Ordem) iniciada em julho do ano passado. O foco da operação foi o complexo do Chapadão, na Zona Norte, com o deslocamento de militares, muitos deles com rostos cobertos com balaclavas.

Várias entradas da comunidade foram fechadas nos bairros de Guadalupe e Anchieta, na Zona Norte. O Chapadão reúne criminosos que deixaram morros ocupados pelas UPPs, como o Complexo do Alemão, e montaram ali uma central que se especializou no roubo de cargas. Tanto o Chapadão quanto a Pedreira ficam próximas da Avenida Brasil. A primeira está sob controle do Comando Vermelho e a segunda, dominada pela facção rival Amigos dos Amigos.

Apesar de, em um primeiro momento, ter demonstrado sua contrariedade por não ter sido comunicado sobre a intervenção, o presidente Rodrigo Maia fez um discurso duro a favor da intervenção. “Estamos numa guerra contra o crime. Nossa arma é a Constituição. E a nossa missão é defender a democracia dando ao Estado os poderes excepcionais previstos na Constituição para assegurar a manutenção da ordem e do Estado Democrático de Direito”, afirmou Maia.

Ele reforçou que a medida posta em prática era uma intervenção federal, e não uma ação militar. “De forma clara e direta: se fosse uma intervenção militar, esta Casa, com toda razão e com todo o meu apoio e energia, a derrotaria”. Ele também criticou o governo fluminense, sem citar diretamente o governador Luiz Fernando Pezão. “O governo do Rio de Janeiro sucumbiu à desordem. Torna-se urgente, inadiável, fazer prevalecer a ordem. Levar de volta a paz de espírito às ruas do Rio de Janeiro e de todo o país também”, disse ele.

Recursos
 
À tarde, o PSol entrou com um mandado de segurança no Supremo Tribunal Federal, tentando derrubar a votação. A justificativa era que a medida dura fora tomada sem a anuência prévia do Conselho da República e do Conselho de Defesa Nacional. O líder da bancada na Câmara também criticou as informações — posteriormente corrigidas por Jungmann — de que as Forças Armadas teriam liberdade de ação, inclusive com possibilidade de prisão de suspeitos. “Isso é um arbítrio. Um estado de exceção. Quem vai sofrer com isso serão os pobres e os negros, porque eles, de antemão, já são considerados suspeitos”, acusou Valente. O ministro Celso de Mello, do STF, rejeitou o mandado de segurança.

Em seu relatório, a deputada Laura Carneiro (MDB-RJ) afirmou que quis a história que o destino dela se encontrasse com a do seu pai, o ex-senador Nelson Carneiro (MDB-RJ). “Mas, diferentemente dele, que encaminhou voto contrário a uma intervenção federal em pleno regime militar, eu vou votar a favor, dentro de uma realidade diferente”, justificou ela.
 
Laura defendeu mais recursos para o setor no Rio, lembrando que 96% da verba da Segurança Pública fluminense são gastos com pessoal. “O crime organizado hoje estabeleceu zonas de controle onde o estado não entra. É preciso acabar com isso”, completou a parlamentar fluminense. Já o deputado Chico Alencar (PSol-RJ) lembrou que “não há crime organizado sem a conivência do Estado”. Chico acrescentou que, no caso do Rio, os recursos movimentados pelas organizações criminosas, especialmente pelos milicianos, servem para financiar campanhas eleitorais.

17 de fevereiro de 2018

Jungmann minimiza insatisfação dos militares


“O tema da Segurança se transformou numa emergência.”

Foi o que disse Raul Jungmann ao Globo na manhã deste sábado, antes de embarcar com Michel Temer para o Rio.

“É importante destacar que não haverá uma mudança do dia para a noite no Rio, é um processo enormemente complexo”, ressaltou o ministro da Defesa.



Jungmann minimizou o fato de os militares terem colocado na mesa, em conversas no Palácio do Planalto, a necessidade de um melhor regramento sobre a atuação das Forças Armadas.
“Apenas se comentou (na reunião) a possibilidade de, se necessário, fazermos novas regras, decreto ou portaria. Não está se pensando nisto neste momento. Se for necessário, faremos outra coisa (suplementar). Mas já temos o objeto definido no decreto.”

O ministro afirmou que a atuação dos militares está bem definida pelas normas legais vigentes.

O Antagonista

Marina sobre intervenção: “Medida extrema reflete inação de sucessivos governos federais”



Marina Silva divulgou nota nas redes sociais sobre a intervenção federal no Rio.
Eis a íntegra:

“O decreto de intervenção do presidente Michel Temer é uma medida extrema para lidar com a situação grave de segurança pública no estado do Rio de Janeiro.



A incapacidade do governo estadual do Rio de enfrentar as milícias, o crime organizado e a escalada da violência, que tem ceifado e ameaçado a vida da população, é uma realidade que também aflige outras regiões do país.

A crise política e administrativa no estado agrava ainda mais a situação.

Essa medida imediata de intervenção reflete também a inação de sucessivos governos federais que negligenciaram a pauta da segurança pública deixando apenas para os estados a responsabilidade de enfrentar um problema complexo, que deveria ser tratado de maneira nacionalizada e integrada entre os entes federativos para promover ações mais efetivas e duradouras.

No âmbito de uma federação democrática, a medida mais traumática é a intervenção federal. Só espero que esta tenha sido precedida do mais responsável planejamento, para que a respectiva execução, de fato, traga a devida proteção e amparo à sofrida população do Rio, em lugar de aumentar suas agruras.”

O Antagonista lembra que o PT chegou ao poder com Lula em 2003 e que Marina Silva só saiu do partido no segundo semestre de 2009. Durante quase sete anos, portanto, a ex-ministra integrou um governo federal que negligenciou a segurança pública, atribuindo a responsabilidade aos estados.

Será por isso que ela evita nomear de quem era o governo?

O Antagonista

16 de fevereiro de 2018

Exército faz reunião para discutir intervenção militar na segurança pública do Rio de Janeiro Generais vão analisar a forma de atuação dos militares. Presidente Michel Temer deve assinar o decreto no início da tarde


Por G1, Brasília


16/02/2018 09h06 Atualizado há menos de 1 minuto




O comando do Exército tem uma reunião na manhã desta sexta-feira (16), no quartel-general, em Brasília, para discutir a intervenção militar na segurança pública do Rio de Janeiro.


O objetivo é analisar o decreto presidencial que vai determinar a intervenção e definir o modo de atuação do Exército.


Fazem parte da reunião o comandante do Exército, general Eduardo Villas Bôas, e outros generais oficiais da corporação.


O presidente Michel Temer decidiu na noite desta quinta-feira (15) que iria decretar a intervenção federal na segurança pública do Rio de Janeiro. A decisão foi tomada numa reunião de emergência e teve a concordância do governador do estado, Luiz Fernando Pezão (PMDB). O decreto deve ser assinado no início da tarde desta sexta-feira (16) e ainda tem que ser aprovado pelo Congresso Nacional.


Com essa medida, as Forças Armadas assumem a responsabilidade do comando das Polícias Civil e Militar no Rio de Janeiro.


Temer definiu que o General Walter Souza Braga Neto, do Comando Militar do Leste, será o interventor. Ele foi um dos responsáveis pela segurança durante a Olimpíada do Rio, em 2016.


Também na manhã desta sexta-feira, o presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), vai dar uma entrevista coletiva na qual um dos temas será a intervenção no Rio. Ele estava na reunião com Temer na noite anterior. Antes da coletiva, Maia se encontrou com o ministro da Defesa, Raul Jungmann.




Governo do RJ afasta secretário de segurança após intervenção federal

15 de fevereiro de 2018

Em viagem a Washington, Toffoli diz que Judiciário não deve satanizar políticos






Toffoli disse em Washington que o Judiciário "comete grande equívoco" se tenta ditar o futuro da sociedade. Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência


Paola De Orte - Repórter da Agência Brasil

O vice-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro José Antonio Dias Toffoli, disse hoje (15), em Washington, que o Poder Judiciário tem que ter prudência na sua atuação, já que, “se nós quisermos não só moderar os conflitos da sociedade, mas se quisermos ditar o que é o futuro da sociedade, sem ter o poder político representativo, nós estaremos cometendo um grande equívoco”, afirmou. Toffoli também disse que “nós, juízes, não temos que satanizar a política ou os políticos, porque ali é a seara do jogo democrático”.

O  ministro, que assume a presidência do STF em setembro próximo, fez as declarações durante palestra a professores e estudantes de direito da American University, onde participa de um simpósio sobre compliance (mecanismos empregados pelas empresas para prevenir, detectar e dar respostas em casos de práticas de corrupção)

O ministro afirmou que, desde a Constituição de 1988, o Judiciário brasileiro se transformou de mediador de conflitos individuais para “grande mediador dos conflitos da sociedade brasileira” e que as decisões dos juízes têm repercussão que ultrapassa os casos concretos, o que traz “uma responsabilidade muito maior”. Segundo ele, “não são 11 cabeças iluminadas, ou meia dúzia, que é o que forma a maioria, que são capazes de discutir o futuro do Brasil”.


Independência da PF


Dias Toffoli afirmou que, apesar de a Polícia Federal ser subordinada administrativamente ao Ministério da Justiça, “não há possibilidade de ingerência política nas investigações”, já que, segundo ele, elas são feitas “através de autorização do Poder Judiciário, então ela é uma Polícia Judiciária, e ela atua sob a orientação do Poder Judiciário”.


Cooperação


O ministro também destacou a atuação conjunta das instituições no combate à corrupção no Brasil, no momento atual, o que, segundo ele, “não é resultado da vontade de uma pessoa, não é resultado da vontade de um juiz ou de um promotor; não é a vontade de um grupo de membros da magistratura ou do Ministério Público ou da polícia. É muito mais do que isso. É um projeto de Estado, é um projeto de nação”. Segundo Toffoli, “não podemos colocar e ter a ideia de que, o que está acontecendo hoje no Brasil, seja a ideia de um herói. Isso joga contra as instituições”.






Edição: Davi Oliveira

Agência Brasil

Gideões enfrenta “dia de cão” e demite mais de 60 funcionários


A decisão de demitir mais de 60 funcionários, partiu do pastor Reuel Bernardino, presidente da instituição.



Pastor. Reuel Bernardino - Presidente do Gideões (Reprodução)



A manhã desta Quinta-Feira (15), foi marcada por uma enorme tensão nas dependências do Gideões Missionários da Última Hora, em Camboriú-SC.

Uma reunião a portas fechadas, envolvendo a alta cúpula da instituição e da convenção da Assembleia de Deus em Santa Catarina, culminou com várias demissões, somando cerca de sessenta funcionários demitidos durante a gestão do atual presidente.

As demissões foram autorizadas pelo presidente, pastor Reuel Bernardino, com o consentimento do vice-presidente, o pastor Hueslen R. Santos.



Os atrasos salariais já somam quatro meses, acrescido do décimo terceiro, que também não foi pago. Com a demissão em massa que ocorreu essa manhã, restaram apenas cerca de 30 funcionários, que também compartilham da mesma situação, e segundo informações, podem a qualquer momento formalizar uma denuncia junto ao Ministério do Trabalho.

Missionários desamparados

A crise do Gideões acabou afetando diretamente os missionários, que dependem diretamente de uma pequena oferta que era enviada mensalmente. Esse valor deixou de ser enviado já a muito tempo, e alguns dos poucos missionários que estavam aguardando uma mudança de rumo na instituição, acabaram também sendo demitidos.


Com tantas demissões e atrasos salariais, tudo aponta para uma não realização do evento este ano, que costuma acontecer entre Abril e Maio, e estaria na sua 36º edição.

Se partir par ao principio da coerência, entende-se que seja mais importante pagar os salários das dezenas de família que trabalham em tempo integral para a instituição, do que patrocinar pão e circo.
Reuel em depressão

O filho do pastor Cesino já sofre de depressão, e não é de hoje. Mas com a pressão que vem recebendo desde que assumiu o lugar do pai, parece estar ainda mais dependente de medicamentos anti-depressivos. Como o quadro deve ainda piorar com os próximos acontecimentos, nos resta apenas orar para que o eterno faça justiça.

Cantora gospel desfila no carnaval e recebe apoio de Soraya Moraes


Publicado em: 12/02/18 as 11:22 por Thalita Guedes Fontes









A cantora gospel e apresentadora do programa “Fofocalizando” do SBT, Mara Maravilha, desfilou no carnaval 2018 e deixou muitos evangélicos revoltados.

Sabendo que seria bastante criticada, a cantora escreveu;
@leaolobotv vc é um amigo mais chegado que irmão, então eu tive a honra de representar os seus amigos nesta homenagem no carnaval de 2018… sei que como sempre vão me julgar, mas estou em paz e feliz porque a nossa amizade é de Deus!!! Você é MARA!!!! Te amooo
Como já era de se esperar, as críticas foram inúmeras, em um dos comentários um internauta escreveu:
binhoshalom Olá Mara satisfeita? O pior de tudo é que as pessoas ainda tem você como evangélica. Eu acho que você deveria aproveitar assim como você fez com essa postagem e declarar o seu livre arbítrio para viver como você acha melhor. Agora só não aceito você dizer que é evangélica agindo dessa forma.. aproveita aí e declara todo seu amor a sua paixão pelas coisas do mundo fica à vontade você tem livre arbítrio. Pastores que anda convidando Mara para cantar para pregar precisa de mais alguma coisa? Que possamos agora se despertar e acordar com esse tipo de pessoa. E dá valor a quem tem em casa e que realmente serve de fato e de verdade. Abraços . Jesus está voltando.!
No entanto, a grande surpresa foi o comentário da, também cantora gospel, Soraya Moraes.
https://www.ofuxicogospel.com.br/2018/02/cantora-gospel-desfila-no-carnaval-e-recebe-apoio-de-soraya-moraes.html/

Carnaval gospel: Ex-globeleza esquece o testemunho e volta a sambar na Sapucaí



Valéria Valenssa viajou o país contando seu testemunho de como teve um encontro com Cristo, e ficou famosa no mundo gospel. Publicado em: 14/02/18 as 11:41 por Thalita Guedes Fontes



Valéria Valensa e Hans Donner (Reprodução)



Como o carnaval tem se tornado cada vez mais normal para o mundo gospel, sobretudo em 2018, não é de se estranhar que Valeria Valenssa, a ex-globeleza que viajou o país inteiro contando como Deus havia mudado sua vida, depois que se encontrou com Jesus, após o fim do seu contrato com a Globo.

A dançarina é uma das celebridades gospel mais requisitadas, quando o assunto é “testemunho”. Existem no Youtube, dezenas de vídeos onde Valeria conta como encontrou a paz longe dos carnavais. Mesmo assim, nesta Terça-feira (13), Valeria foi vista sambando e curtindo o carnaval na Sapucaí.


Ao lado do seu marido, o designer gráfico Hans Donner, a bailarina mostrou que ainda sabe sambar e revoltou seus fãs. Assista

:



A reação do público foi de assombro:

vanessapinheiro6788 Ouvi o testemunho dela ontem, achei tão lindo e hoje vejo essas fotos, não entendi.

ana.riani.3 Brincando com Deus?…tudo que fizeres veja se irá agradar a Deus ou se irá envergonhá-lo! “Tudo me é permitido mas nem tudo me convém”. Cada cabeça seu guia!



Assista ao seu testemunho:
Fuxico gospel

14 de fevereiro de 2018

Família Bolsonaro irá processar o jornalista Marco Antonio Villa



Imagem: Reprodução 
O jornalista Marco Antônio Villa será processado pelo presidenciável Jair Bolsonaro.
Villa usou seu programa na Rádio Jovem Pan para chamar Bolsonaro e seus eleitores de “nazistas” e afirmar de forma caluniosa, difamatória e injuriosa que Bolsonaro defenderá campos de concentração da mesma forma que Adolf Hitler o fez.
Em sua conta no Twitter, o deputado federal Eduardo Bolsonaro escreveu:
“A imprensa não precisa de limites, precisa de liberdade. Qualquer controle, ‘democratização’ ou interferência por si só já seria uma restrição à sua liberdade. Casos esdrúxulos como o do Marco Antonio Villa já tem solução: a justiça. Te vejo num tribunal, Villa.”
Através de um vídeo publicado nas redes sociais, o primogênito do presidenciável, Flávio Bolsonaro defendeu o pai e também informou que o jornalista será processado, tendo que provar na justiça.
Assista ao vídeo! 


http://conexaopolitica.com.br/brasil/familia-bolsonaro-ira-processar-o-jornalista-marco-antonio-villa/

Bancada do PT no senado pode ser dizimada nas eleições.




As eleições de outubro podem ser devastadoras para o PT, não apenas com a inelegibilidade do ex-presidente ficha suja Lula. Sua bancada no Senado, por exemplo, pode ser “dizimada”. O partido vai à luta, em outubro, para tentar renovar os mandatos de sete dos seus nove senadores, e nada indica que haverá chances de êxito. Somente dois têm mandato garantido até 2022 e não precisam disputar as eleições. A informação é do colunista Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Gleisi Hoffmann (PR) e Lindbergh Farias (RJ) estão entre enrolados na Justiça. Ela é alvo da Lava Jato e ele já foi condenado por improbidade.

Além deles, terão de enfrentar as urnas Humberto Costa (PE), Regina Sousa (PI), José Pimentel (CE), Jorge Viana (AC) e Paulo Paim (RS).

Senadores Paulo Rocha (PA) e Fátima Bezerra (RN), eleitos em 2014, têm mais quatro anos e só disputam nova eleição em 2022.

12 de fevereiro de 2018

Faixa na entrada da Rocinha ameaça o STF: 'Se prender Lula, o morro vai descer







Imagem: Reprodução / Redes Sociais




Blogs petistas informam que a entrada da favela Rocinha foi adornada

com uma faixa com os dizeres: "STF: Se prender Lula, o morro vai descer".

Segundo alguns blogs, a iniciativa seria de alguns moradores e foi divulgada

em um grupo chamado "Amigos do Bokinha e de Lula".

Folha Política

Temer quer distribuir refugiados venezuelanos para outros Estados Presidente disse em Boa Vista que vai editar MP para ajuda federal a Roraima




A ideia do governo federal  fazer um censo dos refugiados e distribuí-los como foi feito com a entrada de haitianos no Acre, em 2015.
“O fluxo de venezuelanos cria problemas para Roraima e poderá se estender para outras Unidades da Federal se não tomarmos medidas de natureza federal será  necessário avaliar a possibilidade de conduzi-los a outros Estados, diversificando a entrada”, disse.
O presidente ressaltou que os estrangeiros estão tirando empregos da população  roraimense e prometeu que o problema será resolvido até o final de seu mandato.
“Em onze meses, vamos solucionar essa questão. Ninguém vai impedir os refugiados de virem para cá. Nós vamos ordenar a entrada”, disse.
A viagem do presidente se resumiu a visita ao palácio governamental. Ele não visitou abrigos de refugiados e não foi a praça  onde acampam os estrangeiros, como queriam autoridades locais.
Sem recursos
No encontro na sede do governo estadual, ele anunciou que na próxima quinta-feira (15) será editada uma medida provisória com ajuda federal para Roraima, que incluirá alimentos e remédios.
Segundo ele, as Forças Armadas coordenará o junto com a federal. Questionado pela Folha, contudo, não detalhou qual será o montante repassado.

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